segunda-feira, 3 de abril de 2023

O Guia Supremo: O que fazer para perder peso para pessoas com mais de 45 anos

 

À medida que envelhecemos, os nossos corpos mudam de muitas maneiras, incluindo o nosso metabolismo, o que pode tornar a perda de peso mais desafiante. No entanto, é possível alcançar e manter um peso saudável, e nunca é tarde demais para começar. Neste guia final, vou dar dicas e estratégias de emagrecimento para pessoas com mais de 45 anos.

 

Compreender o Metabolismo e o Envelhecimento

Metabolismo é o processo pelo qual os nossos corpos convertem alimentos em energia. À medida que envelhecemos, o nosso metabolismo abranda, tornando mais difícil a perda de peso. Isto deve-se a uma diminuição da massa muscular e a um aumento da gordura corporal, o que leva a uma diminuição do número de calorias que queimamos em repouso.

Para combater isto, é importante fazer exercício regular para manter a massa muscular e aumentar o seu metabolismo. O treino de força, em particular, pode ser muito eficaz na construção e manutenção da massa muscular. Além disso, conseguir dormir o suficiente e reduzir o stress também pode ajudar a apoiar um metabolismo saudável.


 

 

Importância do exercício para perda de peso

O exercício é um componente essencial de qualquer plano de perda de peso, independentemente da idade. Não só ajuda a queimar calorias, mas também fortalece os músculos, melhora a saúde cardiovascular, e reduz o risco de doenças crónicas.

Para pessoas com mais de 45 anos, é importante escolher exercícios de baixo impacto e adequados ao seu nível de aptidão física. Caminhar, nadar, andar de bicicleta, e yoga são todas excelentes opções. Aponte para pelo menos 30 minutos de exercício de intensidade moderada na maioria dos dias da semana.

 

Escolhendo o plano de dieta correto

Quando se trata de perda de peso, a dieta é tão importante como o exercício físico. No entanto, com tantas dietas por aí, pode ser um desafio saber por onde começar. A chave é escolher um plano que seja sustentável e que se adeque ao seu estilo de vida.

Algumas dietas populares para a perda de peso incluem a dieta mediterrânica, a dieta DASH, e a dieta ketogénica. Todas estas dietas têm abordagens diferentes, mas partilham o foco em alimentos completos e densos em nutrientes e alimentos processados limitantes e açúcares refinados.

 


 

 

Planeamento de Refeições e Controlo de Porções

O planeamento das refeições e o controlo das porções são cruciais para o sucesso da perda de peso. Planeie as suas refeições e lanches com antecedência para evitar decisões impulsivas que podem fazer descarrilar o seu progresso. Além disso, utilize pratos mais pequenos e copos de medição para assegurar porções precisas.

É também importante prestar atenção aos sinais de fome e de plenitude. Coma devagar e pare quando se sentir satisfeito, em vez de recheado. Isto pode ajudar a evitar comer em excesso e promover uma alimentação atenta.

 

Dicas para comer fora enquanto se tenta perder peso

Comer fora pode ser um desafio quando se tenta perder peso. As porções dos restaurantes tendem a ser maiores e mais altas em calorias do que as refeições caseiras. No entanto, há estratégias que pode utilizar para se manter no bom caminho.

Antes de sair para comer, consulte o menu online para encontrar opções saudáveis. Procure pratos grelhados, assados ou cozinhados a vapor, e evite frituras e molhos cremosos. Além disso, peça molhos e molhos à parte e partilhe os pratos com um amigo para reduzir o tamanho das porções.

 


 

 

Importância da Hidratação

Beber água suficiente é essencial para a saúde geral e para a perda de peso. A hidratação adequada ajuda a eliminar toxinas, regular a temperatura corporal e apoiar a digestão.

Para pessoas com mais de 45 anos, é especialmente importante manter-se hidratado, uma vez que a sensação de sede pode diminuir com a idade. Apontar para pelo menos 8 copos de água por dia, e tentar limitar bebidas açucaradas e álcool.

 

Número ou o suficiente para perder peso

Muitas pessoas com mais de 45 anos podem ser desencorajadas pelo número na balança e sentir que a perda de peso é impossível. Contudo, o foco deve ser a saúde e o bem-estar em geral, e não apenas o número.

Em vez de estar obcecado com o peso, concentre-se em fazer mudanças de estilo de vida saudável que irão melhorar a sua saúde a longo prazo. Isto pode incluir comer uma dieta equilibrada, fazer exercício regularmente, dormir o suficiente, e reduzir o stress.

 

Importância da Gestão do Stress

O stress pode ter um impacto significativo nos esforços de perda de peso. Quando estamos stressados, os nossos corpos libertam cortisol, o que pode levar a um aumento do apetite e do desejo por alimentos com elevado teor calórico.

Para gerir o stress, tente técnicas de relaxamento tais como yoga, meditação, ou exercícios respiratórios profundos. Além disso, arranje tempo para atividades que aprecie, tais como ler, passar tempo com entes queridos, ou dedicar-se a um passatempo.



 

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Regimes Alimentares



Os princípios diversificados dos regimes alimentares devem estar estritamente subordinada ao fim a alcançar. Não vou abordar regimes médicos pois esses deverão ser estabelecidos por um nutricionista.

Os regimes que falarei aqui destinam-se apenas a indivíduos que não sofram de afecções graves. Assim, uma taxa de ureia que ultrapasse a normalidade, não deve de ter um regime hiperproteico.
No entanto, este é o regime aconselhado em  inúmeras publicações sobre dietas, onde indicam a carne, o peixe, com exclusão de outros alimentos, sem considerar  que um individuo que, pela sua idade e obesidade, pode ter uma taxa de ureia  já excessiva.

Regime de emagrecimento
O melhor regime de emagrecimento é aquele que, reduzindo o total de calorias, mantém o equilíbrio alimentar. O retomar da actividade física e uma vida sexual mais importante permite, por um aumento de consumo  de calorias, fixar a quantidade mínima a um total razoável que não exige privações excessivas.

Alguns elementos, como as vitaminas, reforçam a vitalidade e evitam a fadiga que tende a favorecer o excesso de apetite.
Esta tendência para comer em excesso é, por vezes, reforçada por uma insuficiência afectiva e sexual.
Comer torna-se uma fuga para a necessidade de ternura e de compensação carnal.
Participando do mesmo fenómeno de frustração, a privação total de certos cozinhados leva a uma reação Psico-orgânica que faz com que a pessoa, que segue um regime monótono, quebre de um momento para o outro e se encha daquilo que lhe faltava, retomando, assim, em poucos dias, o peso perdido em várias semanas de regime.
 
Regime culturista
Qualquer que seja a morfologia, o culturista tem interesse em ajustar a predominância da ração proteica, segundo a intensidade do treino, a ração poderá ser aumentada de 50a 60% em relação àquela que deve ser para o não culturista. Ou seja, para um homem de 70kg, 70g de proteína +50%= 70g+35g=105g de proteína.

O atleta que queira adquirir o relevo dos músculos aumentará a ração proteica, em prejuízo maior dos lípidos que dos hidratos de carbono, necessários para assegurar a ração energética, importante para aquele que faz muito esforço trabalhando com cargas pesadas.

Aquilo que chamamos de alimentos base dos culturistas, peixe, carnes brancas, flocos de aveia, ovos inteiros, são, juntamente com proteínas e outros suplementos, de uma ação energética e plástica extraordinária.

Regime vitalizante
 Em certa medida, o regime vitalizante participa de uma regime de emagrecimento e do regime com predominância proteica. isto compreende-se quando se considera que um peso excessivo implica uma sobrecarga de gordura, um esforço suplementar excessivo para os músculos atrofiados e o retardamento das trocas. Daqui resulta uma fadiga permanente.

O regime vitalizante assenta sobre as seguintes bases:
-Aumento da ração proteica, mas sem excesso.
-Exercício prolongado, mas lento e suave, intervalado de períodos suficientes de respiração profunda e relaxação.
-Musculação localizada.
-Eliminação das gorduras animais, em beneficio dos óleos vegetais.
-Redução  do pão e das féculas em geral.

Devem ser comidos, todos os dias, saladas, frutos secos, em substituição dos tradicionais produtos de charcutaria, enchidos e queijos fermentados.
Leite desnatado, em pó, iogurte  e ovos, em quantidade suficiente. Frutos  frescos e legumes frescos, crus e cozidos.

Beber água e sumo de frutos, mas nada de álcool.
Produtos naturais revitalizantes.





Regime vegetariano
Vimos atletas culturistas e desportistas que, tendo seguido um regime vegetariano, estavam em excelente forma. Mas não nos parece que fossem mais fortes e mais musculosos do que aqueles que seguem um regime misto.
Nem sequer vivem mais tempo.

Situamo-nos, portanto, ao lado de Pierre Marchesseau, que preconiza, em naturopatia, um ligeiro consumo de carnes. Todavia, o culturista vegetariano pode permitir-se  elevar bastante a sua ração em proteínas de origem animal. Ele queima todas as escórias.
Entretanto, o regime vegetariano que admite os produtos animais derivados - manteiga, leite, ovos - parece-nos que deve merecer a atenção culturista. Não é necessariamente insípido.

Existem excelentes receitas vegetarianas. O regime vegetariano, sendo desintoxicante e refrescante, rompe a rotina alimentar, repousa os órgãos digestivos. Pode, temporariamente, ser seguido pelo culturista (uma semana em quatro, ou uma refeição em duas pode ser exclusivamente vegetariana). Seria interessante, se não fosse o aspecto económico. que os supercampeões de músculo -  muitos carnivoros   experimentassem esse regime misto. Pensamos que não perderia peso muscular.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Que tipo de treino devo fazer?

No outro dia a falar com um amigo, ele disse-me que um amigo recomendou-lhe fazer um treino para secar primeiro e depois fazer um treino de massa ou para volume.
Eu tentei explicar-lhe que qualquer tipo de treino dá para secar, uns apenas secam e outros secam ao mesmo tempo que fazem crescer o músculo, e mais importante que  o treino, era a dieta.
Fazendo uma dieta correta, consegue-se ir perdendo gordura sem abdicar do crescimento muscular.

Há aquelas pessoas que ainda pensam que há treinos para secar, mas se o intuito é apenas perder gordura, façam cardio, mas não me venham dizer que não estão a ganhar músculo...

Eu sou apologista de alta intensidade, muito estudei, os métodos de Mike Mentzer e de Dorian Yates e criei um que me proporciona o desenvolvimento que a minha genética necessita.
Aconselho o mesmo a quem queira ganhar massa muscular.
Tanto Mike ou Dorian, treinavam cada músculo intensamente, com os princípios aprendidos anteriormente por Arthur Jones, o criador das maquinas de exercícios, Nautilus.
Maquinas essas que ainda hoje são usadas e muitas existentes de outras marcas, são copias desta marca.


Segundo Arthur Jones, ele criou este tipo de treino ao verificar que os gorilas tinham uma musculatura exemplar e ao mesmo tempo definida. Ele estudou a forma de vida dos gorilas ao ponto de perceber que os gorilas quando faziam qualquer esforço, utilizavam o máximo de força até ao limite durante um certo tempo, e depois descansavam, ou seja um esforço intenso por um tempo determinado e nunca mais que uns segundos.

Agarrou nessa ideia e utilizou-a nos treinos para musculação e verificou que havia um ganho maior usando um treino intenso e por curto espaço de tempo.

Um estudo que fez com vários culturistas, foi verificado que estes ganharam não só massa muscular mas também perderam massa gorda, mais que num treino normal de volume.

Mais tarde e em estudos universitários, verificou-se que os treinos intensos mas curtos no tempo e com uma base de descanso de 48 a 72 horas entre treinos, não só ajudava o crescimento muscular, mas também aumentava os níveis de testosterona e de hormona do crescimento.

Qualquer uma das hormonas ajudam não só o crescimento muscular mas também equilibram o corpo humano, tanto físico como mental.

O que é preciso ter atenção é que um treino intenso, não pode ser um treino que dure 2 horas, um treino de alta intensidade não deve durar mais que 1 hora, usando princípios de exaustão muscular, como por exemplo, series gigantes, super series, de músculos antagonistas ou o mesmo músculo, usar cada serie até não poder fazer mais repetições.

Assim se está a treinar em alta intensidade.

Eu pessoalmente criei o meu próprio treino onde faço na maioria dos grupos musculares series gigantes. O único grupo muscular que não faço este tipo de treino, é nas coxas porque tenho os meus joelhos com lesões cronicas e que usando muito peso, dão dores muito intensas, no entanto criei um treino onde concilio um treino com pré-exaustão muscular com altas repetições mas feitas lentamente com exercícios isométricos.

Devo dizer que tenho tido resultados muito positivos com este tipo de treino.
Treino desde os meus 16 anos, no inicio fazia os treinos tradicionais de musculação, e cheguei a treinar 6 dias por semana, o desenvolvimento aconteceu porque ainda era novo, mas depressa estagnei. Durante muitos anos treinei sem ver grandes progressos. Hoje e desde que recomecei em 2015 a fazer treinos de alta intensidade, com 45 anos na altura, notei um desenvolvimento superior ao que havia tido anteriormente nos anos 90 e 2000.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Proteínas - Contrutor do musculo

Vamos falar de dietas, desde que a beleza física começou a ser uma necessidade para se ser aceite entre grupos de amigos, festas ou mesmo para emprego. Infelizmente é uma verdade, mas ao mesmo tempo, para quem faz uma alimentação equilibrada, só terá a ganhar com isso.



Ao falarmos de uma alimentação equilibrada, vamos ter que obrigatoriamente, falar de controle de calorias numa dieta que equilibra os diversos componentes alimentares.

Começando pelas proteínas, estas são constituídas por aminoácidos essenciais ao organismo para construir ou reparar os músculos.  Vou direcionar este artigo mais para o ganho de massa muscular através de uma dieta hiperproteica. Por norma deverá ser 1g por cada quilo do peso corporal mas, para quem treina pesado, deverá tomar 2 g por cada quilo.

Existem proteínas animais e vegetais, as que existem em maior quantidade são sem duvida as de origem animal.
As proteínas são constituídas pode 21 aminoácidos dos quais 9 são essenciais, e são essenciais por que o nosso organismo não consegue  sintetizar. Convém portanto que os alimentos que comemos tenham esses aminoácidos essenciais.

A maioria das proteínas são retiradas de alimentos com grande percentagem destes alimentos, como os ovos, a soja, o leite e as carnes magras.

Como disse antes, as proteínas são constituidas por aminoácidos, alguns essenciais, porque o corpo não os produz naturalmente, e os não essenciais, aqueles que são produzidos pelo corpo.
Os essenciais são: Fenilalanina, Isoleucina, Leucina, Valina, Lisina, Metionina, Treonina, Triptofano e Histidina.
Os nao essenciais sao: Glutamina, Arginina, Alanina, Asparagina, Prolina, Cisteína, Glicina, Ácido aspártico, Ácido glutâmico, Serina e Taurina.

Os aminoácidos são assim conhecidos, porque na sua composição têm sempre o nitrogénio como parte da sua molecula.

Noutro artigo irei falar mais dos aminoácidos e as suas funções no organismo.

sábado, 23 de dezembro de 2017

Creatina

Hoje em dia já muitos de nós ouviu falar na creatina mas, não sabem bem o que é. Alguns até pensam que é um tipo de esteroides anabolizantes, outros simplesmente sabem que os culturistas usam para fazer crescer os musculos, e a maioria dos atletas utiliza para melhorar os ganhos.

Então o que é a creatina?
A creatina não é nada de extraordinário ou que faça milagres, na realidade nós consumimos creatina cada vez que comemos carnes, principalmente as vermelhas e sintetizamos também a partir do nosso corpo.

A creatina ajuda o corpo a fornecer energia aos músculos quando estes estão em extremo esforço, como por exemplo exercicios de musculação em alta intensidade.
No entanto para poder fornecer a quantidade de energia suficiente aos músculos quando estes contraem é necessário absorver pelo menos 5 gramas de creatina. Se o nosso fornecimento normal for apenas carnes, necessitariamos de comer mais de 1 KG de carne para poder obter uma quantidade idêntica a 5 gramas de creatina, ou então através de suplementação que é o mais usual.

Para que serve a creatina?
A creatina resulta, e há vários estudos efetuados por universidades e centros de estudos de suplementos sobre este produto, verificaram que há um aumento de força muscular e volume muscular quando se ingere uma quantidade até 5 gramas. Em testes realizados em atletas, verificaram que nos grupos que treinavam com a suplementação a base de creatina aumentaram entre 18% a 42% a sua força muscular e consequentemente, um aumento de volume muscular.

Um outro efeito é que a creatina aumenta a quantidade de água dentro do músculo, que lhe dá um maior volume.

No entanto há indicações de efeitos secundários na ingestão de creatina, uma delas é a disfunção renal, alterações hepaticas, diarreia, tonturas e aumento de peso.
No entanto o aumento de peso tende a ser devido ao aumento de ingestão calorica e portanto há um resultado que em certa forma pode ser considerada de época "bulk up".

Com tomar a creatina?
Há uma corrente de atletas que utiliza uma fase de carga de creatina, durante 5 dias, fazendo 4 tomas de creatina ao dia de 5 gramas cada toma, ou seja durante 5 dias tomam 20 gramas de creatina, após esses 5 dias, começam a tomar 5 gramas apenas por dia, num periodo de 1 mês.

Eu pessoalmente, fiz um periodo de creatina e sem duvida que aumentei tanto força como massa muscular.
Como em certas alturas não tive muito cuidado com a alimentação, devido a não poder fazer as minhas proprias refeições, aumentei também alguma massa gorda.

Muitos suplementos pre-workout têm na sua composição a volta de 3 a 5 gramas de creatina entre os seus compostos, o que é uma boa solução para quem quer tomar creatina.






Treino de pesos e halteres para principiantes

Se queres começar a treinar com pesos e halteres, mas não sabes por onde começar, este artigo é para ti. Vamos explicar-te os princípios bás...